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A nova rubrica quinzenal da nossa página afiliada, Ponto&Vírgula, começou com o testemunho na nossa co-autora Ana Vargas.

Acompanhe a partir daqui os textos publicados:

#1 Leio, logo... crio laços, por Ana Vargas (24/04/2018)
#2 Leio, logo... empilho, por Sofia Guedes Vaz (08/05/2018)
#3 Leio, logo… sonho, por Alexandre Gusmão (22/05/2018)
#4 Leio, logo… exploro, por Lucinda Afreixo (05/06/2018)
#5 Leio, logo... preservo, por Manuela Pires (19/06/2018)
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

O Homem da Carbonária, Carlos Ademar (Oficina do Livro)

    Nos primeiros anos após a instauração da República portuguesa, o chefe de segurança de  S. Bento aparece morto a tiro, no Jardim da Estrela, sem carteira nem arma. Durante a invesigação são colocadas diversas hipóteses para a causa do homicídio, entre as quais a sua ligação à Carbonária, uma seita semelhante à Maçonaria mas maioritariamente constituída por trabalhadores do povo, fundada em Itália.

    Apesar de bem escrito, não foi um livro que me fascinou. Já li mais livros deste autor e o meu favorito continua a ser a Primavera Adiada. Penso que este romance - O Homem da Carbonária - foi essencialmente um esforço para contar os anos conturbados que se seguiram à queda da Monarqia e até se dar o golpe que levou ao período ditatorial português. No entanto, o modo como os dados históricos foram introduzidos não está muito bem conseguido, sendo um pouco forçado e implicando a interrupção da narativa.


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