Liberdade, Jonathan Franzen (D. Quixote)
Uma crónica de Miguel Esteves Cardoso publicada recentemente (5.12.2011) no jornal Público tinha o seguinte título: "A putice livresca" e tratava da forma como saltamos despudoradamente de um livro para outro ou vamos lendo, em simultâneo, vários livros. Senti-me retratada na crónica, só que desta feita, sem culpa do livro traído e rapidamente abandonado. Há alguns dias atrás, encontrei o livro Liberdade pousado na mesa da sala de estar da casa do meu irmão. Um marcador ainda nas primeiras páginas revelava um leitor inicial ou pouco interessado. Comecei a folheá-lo e o meu irmão,generosamente, disse que mo emprestava se o lesse rapidamente. O que fiz. Deixei de lado o livro que estava a ler e comecei a ler Liberdade com o mesmo prazer e intensidade com que tinha lido Correcções . Apenas o tempo dirá se é o romance do ano e do século ( The Guardian ) ou se merece estar numa prateleira ao lado de clássicos c...